Segundo o parlamentar, desde 2020 houve tentativas claras de construção conjunta. Naquele período, Neilton chegou a se colocar como opção para vice na chapa de Alan, com o objetivo de contribuir para um novo momento político em Apodi. Mesmo participando da articulação de recursos importantes para o município, não houve abertura para avançar na parceria.
O cenário se repetiu em 2022. Neilton relata que incentivou Alan a disputar uma vaga de deputado estadual, defendendo o fortalecimento da cidade no Legislativo. Com a negativa, pediu apoio ao seu projeto, reforçando a necessidade de Apodi eleger um representante próprio. Mais uma vez, o apoio não veio. Alan manteve compromisso com um candidato de fora.
Apesar disso, Neilton afirma que optou por não acirrar disputas. Preferiu construir uma relação institucional com a gestão, focando em ações e parcerias que beneficiassem a população. A expectativa, segundo ele, era de reciprocidade no futuro.
Agora, com a justificativa de uma relação pessoal com outro pré-candidato, Alan volta a se afastar. Para Neilton, o episódio confirma um padrão: decisões que, na sua avaliação, deixam de priorizar um projeto coletivo para Apodi.
O movimento reacende uma discussão importante no município: até que ponto interesses individuais devem prevalecer sobre a oportunidade de consolidar uma representação política forte e alinhada com a cidade.
Com 2026 no horizonte, o cenário começa a se definir e o debate sobre compromisso político ganha ainda mais relevância em Apodi.



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