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Cinco vereadores da oposição barram casas populares e colocam em risco o sonho da moradia digna em Rodolfo Fernandes

Foto: Apodi360
Na cidade de Rodolfo Fernandes, cinco vereadores da oposição votaram contra, nesta sexta-feira (27), o projeto de abertura de crédito suplementar que viabilizaria a construção de 40 unidades habitacionais no município.

A proposta gerou debates e pressão popular nas últimas semanas, já que envolve investimentos milionários. De acordo com o agente de contratação, Nildemárcio Bezerra, o projeto é dividido em duas etapas. A primeira prevê a construção de 20 casas, orçadas em cerca de R$ 2,6 milhões, mas o município possui apenas R$ 500 mil disponíveis no orçamento, tornando necessária a suplementação.

Apesar da rejeição por parte dos vereadores de oposição, a primeira etapa das obras deve começar com recursos iniciais já liberados pelo Governo Federal, superiores a R$ 200 mil. No entanto, a continuidade e a construção das demais unidades dependem da aprovação do crédito suplementar.

Durante a sessão, a oposição sugeriu dividir o projeto em duas partes, mas ele foi colocado em votação de forma integral e acabou não sendo aprovado.

Com isso, a gestão municipal agora busca alternativas para não perder os recursos federais. O presidente da Câmara, Miliano Barbosa, lamentou o resultado e destacou o déficit habitacional histórico do município.

NOTA

A votação ocorrida na Câmara Municipal de Rodolfo Fernandes, que resultou no posicionamento contrário de cinco vereadores da oposição ao projeto de crédito suplementar para construção de casas populares, causa preocupação e tristeza diante da realidade enfrentada por muitas famílias do município.

A proposta não se trata apenas de números ou questões técnicas, mas de um direito básico: o acesso à moradia digna. São dezenas de famílias que vivem atualmente de aluguel ou em condições precárias, aguardando há anos por uma oportunidade de ter a casa própria. A construção dessas unidades habitacionais representa mais do que obras — significa segurança, estabilidade e qualidade de vida para quem mais precisa.

Diante disso, é impossível não lamentar a decisão contrária ao projeto, já que ele impacta diretamente a população mais vulnerável. Em um município que há tanto tempo sofre com o déficit habitacional, iniciativas como essa deveriam ser tratadas como prioridade absoluta.

Espera-se agora que o diálogo prevaleça e que novas alternativas sejam encontradas, para que o sonho da casa própria não seja adiado mais uma vez para tantas famílias que lutam diariamente por melhores condições de vida.

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